1 UNESP - Depto. de Fitossanidade, Engenharia Rural
e Solos, Av. Brasil 56, 15385-000 Ilha Solteira-SP. E-mail: marineid@bio.feis.unesp.br 2 Engenheiro Agrônomo Autônomo. E-mail:
ecaminero@uol.com.br 3 Aluna de graduação em Agronomia, UNESP,
Campus de Ilha Solteira. E-mail: janaynacf@itelefonica.com.br
Chemical Control of Calacarus heveae Feres (Acari: Eriophyidae)
on Rubber Tree
ABSTRACT - The rubber tree, Hevea brasiliensis (Willd.
ex. Adr. de Juss.) Müell. Arg., can be attacked by several mite species.
Among the phytophagous ones, Calacarus heveae Feres (Acari: Eriophyidae)
can reach high population density levels on the upper surface of mature
leaves and rubber trees can lose up to 75% of their leaves one or two months
before the natural defoliation. The present work aimed to define a control
strategy by evaluating the mite population development in areas treated
with the acaricides azocyclotin, sulfur, cyhexatin, spirodiclofen and propargite,during
the period from November, 2001 to June, 2002. Others sprays were performed
when C. heveae population reached the threshold level of 0.5 mite/cm2
in each treatment. The acaricides were sprayed with the use of an air blast
sprayer for rubber tree with a spray volume of 1.0 liter per plant.
All tested products were efficient for C. heveae control, with immediate
reduction in the mite population density levels. However, there was a great
difference concerning the control period. Two applications of spirodiclofen
and propargite were enough to keep the mite population below the level
that can cause defoliation throughout the crop season, while four applications
were necessary in the treatments with cyhexatin and sulfur. Among tested
acaricides, spirodiclofen and propargite allowed higher leaf retention
of rubber trees which were measured indirectly by the light intensity under
the tree canopies.
RESUMO - A cultura da seringueira, Hevea brasiliensis (Willd.
ex. Adr. de Juss.) Müell. Arg., pode ser atacada por várias
espécies de ácaros. Entre os fitófagos, Calacarus
heveae Feres (Acari: Eriophyidae) desenvolve-se na face superior de
folhas maduras, atingindo elevados níveis populacionais e pode provocar
a perda de até 75% das folhas um ou dois meses antes da desfolha
natural. Com o objetivo de gerar informações que auxiliem
na definição de uma estratégia de controle de C.
heveae, o presente trabalho comparou o desenvolvimento populacional
da espécie em áreas tratadas com os acaricidas azociclotina,
enxofre, cihexatina, espirodiclofeno e propargito, durante o período
de novembro de 2001 a junho de 2002. O nível de controle adotado
foi de 0,5 ácaro/cm2. Os acaricidas foram pulverizados
com um turbopulverizador para seringueira com um volume de calda de 1 litro
por planta. Todos os produtos testados apresentaram alta eficiência
inicial de controle (>90%). Entretanto, houve uma grande diferença
quanto ao período de controle proporcionado. No período do
experimento, apenas duas aplicações do espirodiclofeno e
do propargito foram suficientes para manter a população de
C.
heveae abaixo do nível de dano econômico. No entanto,
para os tratamentos com cihexatina e enxofre foram necessárias quatro
aplicações nesse período. Dentre os tratamentos avaliados,
spirodiclofeno e propargito possibilitaram a maior retenção
foliar da seringueira, que foi avaliada indiretamente mediante a quantificação
da intensidade de luz sob a copa das plantas.
A cultura da seringueira pode ser colonizada por várias espécies
de ácaros. No Estado de São Paulo, Feres
et
al. (2002) registraram a ocorrência de 22 espécies,
com predomínio das fitófagas Calacarus heveae Feres
(Eriophyidae) e Tenuipalpus heveae Baker (Tenuipalpidae), seguidas
de Eutetranychus banksi (McGregor) (Tetranychidae) e Phyllocoptruta
seringueirae Feres (Eriophyidae).
Entre os ácaros fitófagos, C. heveae, desde o seu
registro no final dos anos 80, tem significado uma grande preocupação
para os produtores de látex. Essa espécie foi descrita em
1992, a partir de material coletado no município de José
Bonifácio, Estado de São Paulo (Feres
1992), sendo a primeira referência do gênero Calacarus
na
América do Sul. Seu ataque ocorre na face superior de folhas maduras
de seringueira, onde atinge elevados níveis populacionais. Como
resultado, as folhas perdem o brilho e apresentam um amarelecimento progressivo,
intercalado com áreas verdes normais, lembrando o sintoma de mosaico
provocado por vírus em diferentes culturas (Vieira
et
al. 2000). Plantas atacadas podem perder até 75% das suas
folhas um ou dois meses antes da desfolha natural (Vieira
& Gomes 1999).
Ainda não existem trabalhos publicados sobre o efeito da desfolha
na produção, mas acredita-se que o amarelecimento generalizado
com a queda antecipada de folhas em até dois meses, que normalmente
coincide com o período de intensa produção de látex,
deve resultar em redução no volume produzido. Vieira
& Gomes (1999) estabeleceram, para o clone RRIM 600, o mais plantado
no Estado de São Paulo, o nível de 0,94 ácaro/cm2
como o máximo a ser tolerado para que não haja o desfolhamento
das plantas.
Até o momento, a única alternativa para o controle de
C.
heveae é o uso de produtos químicos, com o agravante
de que não existe nenhum acaricida com registro para uso em seringueira
no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Procurando-se
evitar o desfolhamento das plantas tem sido considerado 0,50 ácaro/cm2
como o nível populacional para aplicação de agroquímicos.
No controle desse eriofiídeo, os acaricidas abamectina (abamectin),
bromopropilato (bromopropylate), fenpiroximato (fenpyroximate) e lufenurom
(lufenuron) já foram testados e demonstraram eficiência (Vieira
& Gomes 1999, 2001).
Com o objetivo de produzir informações que auxiliem na
definição de uma estratégia de controle para C.
heveae, o presente trabalho comparou o desenvolvimento populacional
da espécie em áreas tratadas com diferentes acaricidas. O
efeito do controle dos ácaros sobre o desfolhamento das plantas
foi avaliado indiretamente pela medição da intensidade de
luz sob a copa das plantas.
Material e Métodos
O ensaio foi desenvolvido na Fazenda Phidias Santana, município
de Reginópolis (latitude 21° 53' S, longitude 49° 14' W,
altitude 455 m), região de Bauru-SP, no período de novembro/2001
a junho/2002.
Para a instalação do ensaio, selecionou-se uma área
com plantas do clone RRIM-600, com quinze anos de idade, espaçamento
de 3 por 7 m, com desenvolvimento uniforme e com as mesmas condições
de adubação e tratos culturais, declive pouco acentuado e
localizada no meio do talhão para evitar diferenças quanto
à aeração e à incidência de luz.
Foram testados seis tratamentos (Tabela 1) com oito
repetições, sendo que as parcelas foram agrupadas, e assim,
cada produto foi aplicado em uma parcela contínua com cinco linhas
de 60 plantas, totalizando 300 plantas. As avaliações foram
realizadas em oito plantas situadas na linha central, marcadas ao acaso,
considerando-se cada planta como uma repetição. Essa disposição
no campo foi necessária para evitar a deriva dos produtos, em função
do porte das plantas e do equipamento de pulverização utilizado,
que poderia ocorrer em um experimento com parcelas ao acaso.
Tabela 1. Tratamentos testados
no controle de C. heveae em seringueira. Reginópolis, 2001/2002.
A partir de novembro de 2001, foram realizadas amostragens da população
de C. heveae, as quais se prolongaram até o final do ciclo
da cultura, em junho de 2002. Para cada tratamento, foram coletados, com
auxílio de uma tesoura de poda alta, seis folíolos de cada
uma das oito plantas selecionadas na linha central que foram levados ao
laboratório para observação e contagem dos ácaros.
Em cada folíolo, a contagem foi realizada, sob microscópio
estereoscópico, em duas áreas de 1 cm2, na superfície
adaxial (Vieira & Gomes 1999).
A primeira pulverização de todos os tratamentos foi realizada
quando a densidade de 0,50 ácaro/cm2 foi detectada na
maioria dos tratamentos, o que ocorreu em 26 de dezembro de 2001. As pulverizações
foram realizadas com um turbopulverizador para seringueira, da marca FMCopling,
modelo Guliver 2000, com um volume de calda de 1,0 litro por planta. Novas
aplicações de cada tratamento foram realizadas com níveis
populacionais de no mínimo 0,5 ácaro/cm2 (Tabela
1).
O efeito do controle dos ácaros sobre o desfolhamento das plantas
foi avaliado indiretamente pela intensidade de luz sob a copa.
Para isso, sob a copa de cada uma das oito plantas avaliadas em cada tratamento,
foi realizada uma medida de intensidade de luz, em lux, com um aparelho
de medição digital (luxímetro) em 15 de julho de 2002.
Os dados coletados de número de ácaros de C. heveae
por
planta (12 cm2) em cada data de avaliação e de
medidas de intensidade de luz, foram analisados pelo teste não-paramétrico
de Kruskal-Wallis e as médias dos tratamentos comparados pelo teste
de Student-Newman-Keuls a 5% de probabilidade, utilizando-se o programa
BioEstat 4.0 (Ayres et al. 2005). As
porcentagens de eficiência dos produtos foram calculadas com o uso
da fórmula de Henderson & Tilton (Nakano
et
al. 1981).
Resultados e Discussão
Na área experimental houve a ocorrência predominante de
C.
heveae em todos os tratamentos, atingindo densidade populacional acima
de 1 ácaro/cm2 no tratamento testemunha, considerado
um nível suficiente para provocar desfolhamento (Vieira
& Gomes 1999).
C. heveae foi detectado na área a partir de 15 de novembro
de 2001 (Fig.1) sendo a primeira pulverização,
para todos os tratamentos, realizada em 27 de dezembro. Embora a população
do ácaro ainda estivesse baixa nas plantas a serem tratadas com
azociclotina (azocyclotin) (Tabela 2), a pulverização
foi realizada em função dos níveis observados nos
demais tratamentos, superiores a 0,5 ácaro/cm2.
Figura 1. Flutuação populacional de C. heveae
em função da aplicação de acaricidas. Reginópolis,
SP, 2001/2002. As setas indicam as pulverizações realizadas;
seta verde larga indica pulverização em todos os tratamentos.
Tabela 2. Número médio
de espécimes de C. heveae, por 12 cm2 de folha,
em seringueira. Reginópolis, 2001/2002.
Nas avaliações de 31de dezembro e 15 de janeiro observou-se
que todos os tratamentos proporcionaram eficiência acima de 90% (Tabela
3) o que também foi observado para os tratamentos com espirodiclofeno
(spirodiclofen) e propargito (propargite) em 28 de janeiro, 30 dias após
a aplicação. Nessa data, embora a população
de C. heveae estivesse em ascensão em todos os tratamentos
(Tabela 2), ainda não havia sido atingido o
nível de 0,5 ácaro/cm2.
Tabela 3. Eficiência de
acaricidas no controle de C. heveae em seringueira. Reginópolis,
2001/2002.
Em 04 de fevereiro, nos tratamentos com enxofre (sulfur) e cihexatina
(cyhexatin) foram necessárias novas pulverizações
em função dos níveis populacionais atingidos, estatisticamente
iguais ao observado na testemunha (Tabela 2) e correspondendo
a 0,87 e 0,72 ácaro/cm2, respectivamente. Nas avaliações
seguintes, de 15 de fevereiro a 04 de março, pôde-se observar
a alta eficiência desses produtos (Tabela 3).
Em 25/02, nos tratamentos com azociclotina, espirodiclofeno e propargito
foram registrados níveis populacionais semelhantes à testemunha,
com necessidade de tomada de decisão de controle. Entretanto, por
problemas operacionais da fazenda, isso só foi possível em
05 de março. A partir desse momento, não foi mais necessário
realizar o controle dos ácaros nas plantas submetidas ao espirodiclofeno
e ao propargito.
Por outro lado, na avaliação de 18 de março, novamente
foram registrados altos níveis populacionais nos tratamentos com
enxofre e cihexatina, que receberam nova aplicação em 22
de março. Neste caso também, pôde-se observar na avaliação
seguinte, em 25 de março, uma alta eficiência dos produtos
(Tabela 3). Finalmente, em 22 de abril definiu-se a
necessidade da quarta aplicação desses dois acaricidas, além
da terceira aplicação da azociclotina. Para todos eles, observou-se
uma alta eficiência de controle nas avaliações subseqüentes.
Em todos eles registrou-se alta eficiência com uma imediata queda
nos níveis populacionais (Fig. 1). Entretanto
houve uma grande diferença quanto ao período de controle
proporcionado.
Esse aspecto é extremamente importante para a cultura da seringueira,
principalmente quanto ao impacto ambiental, uma vez que um maior número
de aplicações pode resultar em maiores danos aos possíveis
agentes de controle natural.
Até o momento, os levantamentos populacionais realizados na cultura
da seringueira (Ferla & Moraes 2002;
Feres
2000; Feres et al.
2002) têm
revelado a existência de muitas espécies de ácaros
predadores que devem estar colaborando com o controle das espécies
fitófagas. A aplicação indiscriminada de pesticidas
pode alterar drasticamente essa condição.
Para o Estado de São Paulo, Feres et
al. (2002) registraram em seringais da região noroeste,
a presença significativa dos fitoseídeos Euseius citrifolius
Denmark & Muma e Iphiseiodes zuluagai Denmark & Muma. Por outro
lado, Reis et al. (1998) testaram a
toxicidade de diversos produtos químicos sobre I. zuluagai,
relatando que azociclotina, cihexatina e propargito, testados sobre fêmeas
adultas, proporcionaram 100% de mortalidade. O efeito desses produtos sobre
os predadores talvez seja um dos fatores responsáveis pela ressurgência
observada de 25 de fevereiro a 04 de março para azociclotina e propargito
e em 18 de março para a cihexatina (Fig.1),
que apresentaram níveis populacionais praticamente o dobro ou o
triplo do registrado na testemunha (Tabela 2). Para
o enxofre, os autores relataram mortalidade de 78,3%, sendo que no presente
trabalho também houve ressurgência de
C. heveae sob
o seu efeito.
O nível de controle proporcionado pelos acaricidas resultou em
diferentes níveis de desfolhamento (Tabela 4).
Assim, no tratamento com espirodiclofeno foi registrado o menor valor para
a intensidade de luz, significando a presença de uma maior quantidade
de folhas nas copas das plantas avaliadas. Para o propargito, os resultados
obtidos foram muito semelhantes aos registrados com o espirodiclofeno.
As diferenças visuais entre os tratamentos encontram-se ilustradas
na Fig. 2.
Figura 2. Desfolhamento observado em seringueira sob diferentes
tratamentos: A - azociclotina; B - enxofre; C - cihexatina; D - testemunha;
E - espirodiclofeno; F - propargito. Reginópolis, 15 de julho de
2002.
Tabela 4. Intensidade de
luz (em lux) sob a copa das plantas de seringueira nos diferentes
tratamentos, em 15 de julho de 2002. Reginópolis, 2001/2002.
Tratamentos
Lux1
azociclotina
1.812,50 c
enxofre
2.025,00 bc
cihexatina
2.475,00 ab
espirodiclofeno
962,50 d
propargito
1.600,00 cd
testemunha
2.862,50 a
1 Médias seguidas de mesma letra não diferem
estatisticamente pelo teste de Student-Newman-Keuls a 5% de probabilidade.
Uma vez que a ocorrência do ácaro-vermelho na área
foi pequena, o desfolhamento observado deve ser atribuído ao ataque
de C. heveae, embora seja possível que uma pequena porcentagem
dele possa ter sido provocado por T. heveae. Nos folíolos
avaliados não foram detectados sintomas do ácaro-vermelho,
descritos como áreas necrosadas ao longo das nervuras com posterior
amarelecimento (Vieira & Gomes 2003),
mas
com freqüência os de C. heveae, segundo Vieira
et
al. (2000), caracterizados por um amarelecimento progressivo, intercalado
com áreas verdes normais, lembrando o sintoma de mosaico provocado
por vírus em diferentes culturas.
Os acaricidas espirodiclofeno e propargito apresentaram o melhor desempenho
no controle do eriofídeo C. heveae, contendo o desenvolvimento
populacional da espécie e reduzindo o desfolhamento, com apenas
duas aplicações.
Os tratamentos testados foram considerados com aplicações
sucessivas de um mesmo produto para possibilitar a avaliação
de cada um deles. Entretanto, essa não é a estratégia
a ser recomendada. Aplicações sucessivas de um mesmo produto
proporcionam a aquisição de resistência por parte das
populações afetadas (Omoto 1995)
e para evitá-la a rotação de produtos deve ser uma
estratégia obrigatória.
Assim, embora a aplicação isolada do enxofre e da cihexatina
tenha levado à necessidade de quatro aplicações e
permitido um maior desfolhamento, isso não os exclui de serem utilizados
em um programa de manejo da resistência, como mais uma opção
para a rotação de produtos, uma vez que os dois apresentaram
alta eficiência no controle dos ácaros. Da mesma forma a azociclotina,
com um desempenho intermediário, com desfolhamento semelhante ao
registrado sob o efeito do propargito, mas com a necessidade de três
aplicações, também é uma opção
para a rotação devido à eficiência observada.
Além desses produtos, em trabalhos anteriores (Vieira & Gomes
1999,
2001)
demonstrou-se a eficiência do lufenurom (lufenuron) e da abamectina
(abamectin), que também podem ser usados em estratégias de
manejo. No caso de abamectina, esse produto apresenta como característica
possibilitar uma maior mortalidade inicial e um maior período de
controle quando aplicado em tecido jovem (Beers
et
al. 1996) e por isso deve ser utilizado preventivamente, no período
do enfolhamento das plantas com os folíolos ainda pequenos, entre
os estádios B2 e C (classificação segundo Hallé
et
al. 1978, citados por Gasparotto
et
al. 1997). A aplicação desse produto deve ser feita
com adição de óleo vegetal ou mineral. O produto irá
penetrar nos folíolos jovens e poderá retardar o início
da infestação até março/abril, quando deverá
ser feita uma aplicação complementar com outro acaricida.
Seu uso é recomendado em áreas em que seu histórico
permite prever a ocorrência dos ácaros. Apesar de seu uso
preventivo o efeito sobre predadores deve ser pequeno por penetrar rapidamente
no tecido vegetal (Hoy & Cave 1985). Além
disso, Reis et al. (1998) em testes
com I. zuluagai
registraram mortalidade de 28% de fêmeas adultas,
valor muito inferior ao observado para os outros acaricidas testados no
presente trabalho.
No estabelecimento de diretrizes para o manejo integrado de pragas na
cultura da seringueira, é muito importante que sejam feitas pesquisas
sobre o controle químico dos ácaros, que possibilitem o registro
de produtos adequados e principalmente, que possam apresentar seletividade
aos ácaros predadores.
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