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Environmental Risk Assessment of
Genetically Modified Crops: General Principles and Risks to Non-target
Organisms
ALAN RAYBOULD1,
1Syngenta, Jealott’s Hill International Research
Station, Bracknell,
Berkshire RG42 6EY, UK. E-mail: alan.raybould@syngenta.com
Enviado em: 31/V/2007; Aceito em: 30/VI/2007; Publicado
em: 08/VIII/2007
Análise de Risco Ambiental de Plantas Geneticamente Modificadas:
Princípios Gerais e Riscos a Organismos Não-Alvos
RESUMO - O presente trabalho discute que a análise de
risco deveria ser abordada segundo o modelo de desenvolvimento contínuo
do saber científico proposto por Karl Popper. Nesse contexto, a
análise de risco deveria começar com o problema e busca de
respostas para esse problema mediante testes de hipóteses. A análise
de risco sendo considerada como teste de hipóteses, a segurança
não pode ser provada, porém pode ser indicada pelos testes
de hipóteses que prevêem baixo risco. A confiabilidade na
análise de risco é dada pelo rigor com que hipóteses
de risco são testadas; sendo que os testes devem ser iniciados em
condições mais prováveis para demonstrar que as hipóteses
de risco são falsas. Se as hipóteses de risco são
corroboradas nessas condições, há confiança
de que os riscos impostos pelas plantas geneticamente modificadas são
baixos. O aumento no rigor nos testes de hipóteses auxilia para
justificar o estabelecimento da solicitação de dados adicionais,
e pode reduzir o risco ambiental mediante prevenção de atrasos
excessivos no registro de produtos ambientalmente benéficos.
PALAVRAS-CHAVE - Método científico, formulação
de problema, teste de hipóteses.
ABSTRACT - This paper argues that risk assessment should be viewed
as conforming to the model of the continuous development of scientific
knowledge proposed by Karl Popper. As such, a risk assessment should begin
with a problem and search for answers to that problem by testing hypotheses.
Regarding a risk assessment as hypothesis testing recognises that safety
cannot be proved, but can be indicated by tests of hypotheses that predict
low risk. Confidence in the risk assessment is provided by the rigour with
which the risk hypotheses are tested; it follows that testing should begin
under conditions most likely to reveal that the risk hypothesis is false.
If the risk hypothesis is corroborated under those conditions, there can
be confidence that the risks posed by the genetically modified plant are
low. Application of a criterion of increased rigour for hypothesis testing
helps to establish whether requests for additional data are justified,
and may reduce environmental risk by preventing undue delay in the registration
of environmentally beneficial products.
KEYWORDS - Scientific method, problem formulation, hypothesis
testing.
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