Composição dos
Óleos Essenciais de Anis-estrelado Illicium verum L. e de Capim-limão
Cymbopogon citratus (DC.) Stapf: Avaliação do Efeito Repelente
sobre Brevicoryne brassicae (L.) (Hemiptera: Aphididae)
RAFAELA K. LIMA1, MARIA DAS GRAÇAS CARDOSO1,
JAIR C. MORAES2, SARA S. VIEIRA1, BRUNO A. MELO2,
CAMILA C. FILGUEIRAS2
Composition of the Essential Oils from the Japanese Star Anise
Illicium verum L. and Lemon Grass Cymbopogon citratus (DC.) Stapf: Evaluation
of their Repellent Effects on Brevicoryne brassicae (L.) (Hemiptera: Aphididae)
ABSTRACT - Plants produce a variety of compounds via the secondary
metabolism that are related to the interaction of the plant with the environment,
such as defense against insects, bacteria and fungi. The essential oils
constitute a type of secondary metabolite of great economic importance,
being increasingly studied and utilized together with the integrated management
of pests. Thus, the present study proposed to investigate the effects of
the essential oil from the Japanese star anise (Illicium verum L.)
and from lemon grass (Cymbopogon citratus) leaves on the behavior
of the kale aphid Brevicoryne brassicae (L.). The essential oils
were obtained by steam distillation and analyzed by gas chromatography
and by gas chromatography coupled with mass spectrometry. The preference
test with choice was preformed with five treatments. Three treatments utilized
0.05; 0.1 and 0.5% concentrations of the essential oil from I. verum and
0.1; 0.05 and 0.01% concentrations of the essential oil from C. citratus
diluted
in 1:1 acetone:water. Two controls were used, one with water and the other
with 1:1 acetone:water. The preference of the aphids was observed at 24
and at 48 h after initiating the experiments. The essential oils from I.
verum and C. citratus presented repellent/deterrent effects
for the kale aphid at concentrations of 0.5% and 0.1%, respectively.
RESUMO - As plantas produzem uma variedade de compostos no seu
metabolismo secundário, os quais estão relacionados com a
interação da planta com o meio ambiente, como por exemplo,
a defesa contra insetos, bactérias e fungos. Os óleos essenciais
constituem um tipo de metabólito secundário de grande importância
econômica e estão sendo cada vez mais estudados e utilizados
no manejo integrado de pragas. Assim, o presente trabalho propôs
a investigação dos efeitos do óleo essencial de frutos
de anis-estrelado (Illicium verum L.) e folhas de capim-limão
(Cymbopogon citratus) sobre o comportamento do pulgão-da-couve
Brevicoryne
brassicae (L.). Os óleos essenciais foram obtidos por hidrodeslilação
e analisados por CG e CG/EM. Para o bioensaio foi realizado o teste preferência
com chance de escolha utilizando cinco tratamentos, três com o óleo
essencial nas concentrações 0,05; 0,1 e 0,5%; (para o óleo
essencial de I. verum) e 0,1; 0,05 e 0,01 (para o óleo essencial
de C. citratus) diluídos em acetona/água 1:1, e duas
testemunhas, uma com água e outra com acetona/água 1:1. Avaliou-se
a preferência dos pulgões após 24 e 48h da montagem
dos experimentos. Os resultados obtidos revelaram que os óleos essenciais
de I. verum e de C. citratus apresentam efeito repelente/deterrente
para o pulgão da couve na concentração de 0,5% e 0,1%
respectivamente.
O pulgão-da-couve, Brevicoryne brassicae (L.,1758), é
encontrado em regiões temperadas e subtropicais do mundo, causando
danos em muitas espécies de brássicas, como couve e brócolis.
No Brasil, é considerado uma das pragas prejudiciais dessas hortaliças
(Longhini & Busoli, 1993). Seu controle
é realizado, principalmente, por aplicações de inseticidas
sintéticos, sendo o acefato, deltametrina, dimetoato, metamidofós
e pirimicarbe os principais produtos empregados, os quais na maioria possuem
alto valor comercial e baixa seletividade (Andrei
1996, Lovatto et al. 2004).
Atualmente, em razão vários fatores como a persistência
no meio ambiente e a indução de espécies resistentes
ocasionadas pelo uso de inseticidas sintéticos, vêm se verificando
uma crescente procura por novos produtos fitossanitários alternativos
para o efetivo controle de pragas, os quais podem oferecer maior segurança,
seletividade, biodegradabilidade, viabilidade econômica e baixo impacto
ambiental (Junior-Viegas 2003). Uma das
classes que tem potencial para utilização no manejo integrado
de pragas são os óleos essenciais, que já fazem parte
de algumas formulações apresentando ação inseticida
e/ou de repelente (Isman 2006).
O anis-estrelado Illicium verum (Hook) é muito utilizado
como condimento e na perfumaria, apresentando o (E)-anetol como constituinte
majoritário (cerca de 90%), além do (Z)-anetol, metil-chavicol
e anisaldeído (Rodrigues et al.
2003). Suas propriedades são atribuídas principalmente
ao (E)-anetol, que possui ação fungicida contra dermatófitos
e ação inseticida (Chantraine
et
al. 1998, Kosalec
et al. 2005).
O capim-limão Cymbopogon citratus (DC.) Stapf, também
conhecido como erva-cidreira, é uma espécie comumente encontrada
em vários países tropicais, sendo utilizada na forma de chá,
como calmante (Lorenzi & Matos 2002).
Seu óleo essencial é constituído principalmente de
citral, com 70 a 80%, o qual é empregado em perfumaria e indústria
de alimentos (Carriconde
et al. 1996).
As duas espécies de plantas são utilizadas na alimentação
e seus compostos majoritários não apresentam toxicidade ao
homem (Erler
et al. 2006).
A atividade inseticida de óleos essenciais pode ocorrer de diversas
formas causando mortalidade, deformações em diferentes estágios
de desenvolvimento como também repelência e deterrência,
sendo a atividade repelente o modo de ação mais comum dos
óleos essenciais e de seus componentes majoritários (Isman
2006).
Várias pesquisas têm comprovado a ação inseticida
de óleos essenciais. Dentre estas cita-se a realizada por Machado
et
al. (1995), que estudando o óleo essencial do louro (Laurus
nobilis L.), verificaram que o mesmo foi repelente a Periplaneta
americana (L.) (Dictyoptera: Blattidae). Oliveira
& Vendramim (1999), pesquisando o óleo essencial de canela
Cinnamomum
zeylanicum L., constituído de eugenol e aldeído cinâmico,
observaram o efeito repelente sobre o caruncho Zabrotes subfasciatus
(Boh.)
(Coleoptera: Bruchidae).
Para a lagarta-do-cartucho, essa mesma atividade foi observada com o
uso dos óleos essenciais de citronela (Cymbopogon winterianus
J.), rico em citronelal e citronelol e do tomilho (Thymus vulgaris
L.) tendo como principal componente o timol (Labinas
& Crocomo 2002, Castro
et al.
2006).
Em virtude da importância dos óleos essenciais como uma
alternativa ao controle de pragas, objetivou-se identificar e quantificar
os constituintes dos óleos essenciais de frutos secos de I. verum
e
de folhas de C. citratus, bem como avaliar o seu efeito inseticida
sobre o pulgão-da-couve B. brassicae.
Material e Métodos
Material vegetal. Os frutos secos de anis-estrelado I. verum
foram
adquiridos em estabelecimento comercial de Lavras (MG) e as folhas frescas
de capim-limão C. citratus foram coletadas no Horto de Plantas
Medicinais da Universidade Federal de Lavras (UFLA), no período
da manhã, no mês de março de 2006.
Insetos. Os pulgões foram criados e mantidos no laboratório,
em seções foliares de couve frescas, colocadas verticalmente
em recipientes plásticos de 50 mL com água sendo mantidas
eretas com auxilio de círculos de isopor, em câmara
climatizada a 25±2°C, U.R. de 70% e fotofase de 14 horas. A
cada dois dias, os copinhos foram lavados, a água e as folhas de
couve trocadas e os pulgões transferidos. Para o bioensaio, foram
escolhidos pulgões adultos com tamanho proporcional.
Extração dos óleos essenciais. O processo
de extração do óleo essencial foi realizado no Laboratório
de Química Orgânica (UFLA), pela técnica de "arraste
a vapor d’água" utilizando-se um aparelho de Clevenger modificado,
com duração de 2,5 horas. O hidrolato foi recolhido e as
fases aquosa e orgânica foram separadas por centrifugação,
em centrífuga de cruzeta horizontal a 965 g a 25°C por 5 minutos.
O óleo foi coletado com o auxílio de uma micropipeta, pesado
e colocado em um frasco de vidro âmbar, devidamente limpo, envolto
com papel alumínio e armazenado no freezer a 4°C, de acordo
com a metodologia de Castro et al. (2006).
Identificação e quantificação dos constituintes
dos óleos essenciais. Os óleos essenciais foram submetidos
à cromatografia gasosa acoplada ao espectrômetro de massas,
em equipamento Shimadzu, modelo CG-17A, com detector seletivo de massa,
modelo QP 5000, operado nas seguintes condições: coluna cromatográfica
do tipo capilar de sílica fundida com fase ligada DB5, de 30 m de
comprimento e 0,25 mm de diâmetro interno, utilizando hélio
como gás carreador (1 ml/min). As temperaturas foram de 220°C
no injetor e 240°C no detector. A temperatura do forno foi programada
de 40 a 240°C, com acréscimo de 3°C a cada
minuto.
Os compostos foram identificados por comparações dos espectros
de massas, com os espectros existentes na biblioteca (Wiley 229) e pelo
índice de Kovat's (Adams, 1995). A quantificação
dos constituintes dos óleos essenciais foi realizada utilizando
um cromatógrafo gasoso Shimadzu, modelo 17A, equipado com detector
de ionização de chama de hidrogênio e coluna capilar
DB5, de 30 cm de comprimento e 0,25 mm de diâmetro interno. O gás
de arraste utilizado foi o nitrogênio (2,2 ml/min); a taxa split
1:20 e volume injetado de 1l.
A temperatura inicial da coluna foi de 45 até 240°C, sendo programada
para ter acréscimos de 3°C a cada minuto, até atingir
a temperatura máxima de 240°C. As temperaturas do injetor e
do detector foram fixadas em 220 e 240°C, respectivamente, com a pressão
da coluna de 115 KPa. Foram realizadas três injeções
para cada óleo essencial, obtendo-se a concentração
média e o desvio padrão para cada constituinte, sendo a quantificação
obtida por meio da normalização de área (%).
Efeito dos óleos essenciais sobre o pulgão. Em
ensaios preliminares foram selecionadas as concentrações
definitivas para os experimentos, para que fosse alcançada uma concentração
mínima que causasse repelência, foram testadas as concentrações
(1,5; 1,0; 0,5 e 0,1%).
O óleo essencial de I. verum foi diluído em acetona/água
(1:1), nas concentrações de 0,05; 0,1 e 0,5 % e o óleo
de C. citratus nas concentrações de 0,01; 0,05 e 0,1%
(v/v), armazenados em balão volumétrico a 4ºC, envolto
em papel alumínio de acordo com a metodologia descrita por Traboulsi
et
al. (2002) com modificações. Além das três
concentrações dos óleos essenciais, foram incluídas
duas testemunhas, uma com acetona/água (1:1) e a outra somente com
água. Adotou-se o delineamento experimental em blocos casualizados
com 5 tratamentos e 8 repetições.
Folhas de plantas de couve, cultivadas em estufa, foram recortadas em
secções, com o auxilio de um vazador de 4 cm de diâmetro,
lavadas, enxaguadas com água destilada e colocadas sobre papel de
filtro para secar. Em seguida, cinco discos foliares foram mergulhados,
cada um em um dos tratamentos e mantidas verticalmente durante 10 minutos
para a retirada do excesso das soluções. Para a montagem
do bioensaio, utilizou-se placa de Petri, de 14 cm de diâmetro, forrada
com papel de filtro umedecido com água destilada.
Posteriormente, os discos contendo cada um dos tratamentos foram colocados
de modo eqüidistante nas bordas da placa e, no centro desta, foram
liberados 30 pulgões adultos (Silveira
et
al. 1998). As avaliações foram realizadas às
24h e 48h após a liberação, pela contagem dos pulgões
em cada seção foliar dos respectivos tratamentos. Os dados
foram transformados em
e submetidos à análise de variância, sendo as médias
comparadas pelo teste Tukey (P0,05),
pelo programa Sisvar (Ferreira 2000).
Resultados e Discussão
Composição e identificação dos constituintes
do óleo essencial. Observou-se que o óleo essencial de
C.
citratus apresentou como constituintes majoritários o mirceno
(14,6%), neral (34,5%) e geranial (43,8%) e em baixa concentração
o (Z)--ocimeno e
(E)--ocimeno (Tabela
1).
De acordo com Guimarães (2007),
o óleo essencial de C. citratus possui o citral (mistura dos isômeros
neral e geranial) como principal composto, em torno de 70 a 80%, podendo
também ser encontrado vários aldeídos como citronelal,
isovaleraldeído, cetonas, álcoois como, nerol e geraniol
e terpenos como mirceno.
O óleo essencial de I. verum (Tabela 1)
apresentou como composto majoritário o (E)-anetol com 90,4%, limoneno
e metil-chavicol com 2,7 e 1,3%, respectivamente e -pineno,
linalol e 4-terpineol em pequenas concentrações, sendo que
pesquisas têm demonstrado o (E)-anetol como componente majoritário,
sendo encontrado com até 90%, podendo também estar presente
seu isômero geométrico o (Z)-anetol e os fenilpropanóides
metil-chavicol e anisaldeído (Rodrigues
et
al. 2003).
Tabela 1.
Efeitos dos óleos essenciais sobre o pulgão. Pode-se
observar que um número significativamente inferior de pulgões
prefere folhas de couve tratadas com o óleo essencial de I. verum,
na concentração de 0,5%, tanto às 24 como às
48 horas. Contudo, nas concentrações de 0,1 e 0,05% não
foi observado o mesmo efeito. Nos tratamentos, com água e acetona/água
os pulgões apresentaram um comportamento de seleção
do hospedeiro semelhante, demonstrando que a acetona utilizada na diluição
do óleo essencial não foi a causa da repelência e/ou
deterrência do inseto (Tabela 2).
Tabela 2.
O óleo essencial de I. verum apresentou atividade repelente
sobre Blatella germanica (L.) (Dictyoptera: Blatellidae), Sitophilus
zeamais (Motsch.) (Coleoptera: Curculionidae) e Tribolium castaneum
(Herbst.)
(Coleoptera: Tenebrionidae) (Chang & Ahn2001,
Erler
et al.
2006, Knio
et
al. 2007). Os óleos essenciais podem atuar de várias
formas nos insetos tanto no comportamento, como atrativos ou repelentes,
porém com o contato podem atuar em enzimas digestivas e neurológicas
e também interagir com o tegumento do inseto (Isman
2006).
Neste sentido, Cestari et al. (2004)
avaliaram a atividade do óleo essencial de Tagetes minuta L.
(Asteraceae) rico em (E)-nerolidol e (E)-anetol no controle de piolhos
Pediculus
humanus capitis (L.) (Anoplura: Pediculidae). Este se mostrou tóxico
e capaz de provocar um desarranjo nos filamentos de actina e miosina no
exoesqueleto desse inseto.
O óleo essencial de sementes de erva-doce Pimpinella anisum
(L.)
possui alta concentração de (E)-anetol. Estudos mostraram
que este fenilpropanóide foi altamente eficaz no controle de Aedes
aegypti (L.), Culex pipiens (L.) e Ochlerotatus caspius (L.)
(Diptera: Culicidae) (Chantraine et al.
1998,
Erler
et
al. 2006, Knio
et al. 2007).
O 4-terpineol, encontrado em I. verum na concentração
de apenas 0,29% (Tabela 1), pode ser considerado repelente.
Hwang
et
al. (1985) observaram que dentre os compostos encontrados no óleo
essencial de Artemisia vulgaris (L.) esse composto foi mais efetivo
contra o mosquito A. aegypti. Outro composto do óleo de I.
verum o metil-chavicol (estragol), encontrado na concentração
de 1,26%, demonstrou alta toxicidade e repelência para o besouro
Dendroctonus
rufipennis
(Kirby) (Coleoptera: Scolyidae) (Werner
1995).
Utilizando-se do o óleo essencial C. citratus, na concentração
de 0,1%, também foi observada a repelência e/ou deterrência
alimentar de B. brassicaea, tanto as 24 como às 48 horas,
(Tabela 3). Constatando-se que o óleo essencial
de C. citratus foi eficaz a 0,1%, portanto cinco vezes menor que
a concentração do I. verum (0,5%).
Tabela 3.
Os efeitos do óleo essencial de C. citratus foram avaliados
sobre diversos insetos. Malerbo-Souza (1998)
demonstrou que o seu extrato, bem como os compostos sintéticos eugenol,
geraniol e citral, foram atrativos para abelhas Apis mellifera (L.)
(Hymenoptera: Apidae). Posteriormente, Hori (2003),
avaliando o óleo essencial de Litsea cubeba (Lour.) constituído
principalmente de citral, observou ambas as atividades (repelente e atrativa)
para o mesmo inseto Lasioderma serricorne (F.) (Coleoptera: Anobiidae),
na dose de 1 l
o óleo essencial foi repelente para o besouro, enquanto que em uma
dose menor de 0,01 l,
o óleo essencial foi atrativo para o mesmo.
A atividade inseticida também foi relatada para o óleo
essencial de C. citratus contra larvas do mosquito da dengue A.
aegyti, o qual se mostrou promissor, devido à sua baixa toxicidade
ao homem (Furtado et al. 2005).
Várias espécies sugadoras como Aphis fabaceae (Scop.),
Myzus
persicae (Sulz) e B. brassicae (Homoptera: Aphididae) são
influenciadas pelos compostos voláteis presentes nas plantas (Nottingham
& Hardie 1993).
O composto mirceno e os óleos essenciais de Ocimum forskolei
e
Plectranthus
longipes, ricos no referido composto, foi avaliado contra o mosquito
Anopheles
gambiae (Diptera: Culicidae). Observou-se um menor efeito repelente
para o composto sintético que para os óleos essenciais, portanto,
os outros compostos presentes nos óleos essenciais são sinérgicos,
aumentando assim a sua repelência (Odalo
et
al. 2005).
Constatou-se que o óleo essencial de C. citratus apresentou
como constituintes majoritários o mirceno (14,6%), neral (34,5%)
e geranial (43,8%), enquanto o óleo essencial de I. verum o
(E)-anetol (90,4%). O óleo essencial das duas espécies apresentou
efeito repelente e/ou deterrente sobre pulgão B. brassicae,
infere-se que este efeito tenha ocorrido devido aos compostos presentes
nos óleos essenciais que podem estar atuando individualmente ou
em sinergismo.
Agradecimentos
Ao CNPq, CAPES e FAPEMIG, pelo auxílio financeiro e bolsas concedidas.
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