Eficiência
de inseticidas sistêmicos, aplicados em mudas
cítricas, em pré-plantio, no controle de Diaphorina citri
(Kuwayama) (Hemiptera: Psyllidae)
André
L. Sanches1,
Marcos R. Felippe1, Alexandre U. Carmo1,
Gabriel R. Rugno1,
Pedro T. Yamamoto1
1Centro
de Pesquisas Citrícolas (FUNDECITRUS), Av. Dr. Ademar
Pereira de Barros, 201,
Caixa Postal 391, Araraquara – SP, CEP 14801- 970. E-mail: andre@fundecitrus.com.br
Enviado em: 30/I/2008 Aceito em:
30/III/2008; Publicado
em: 20/VIII/2009
Control of Diaphorina
citri (Kuwayama) By Trunk Application of Systemic
Insecticide in Young Citrus Plant Before Planting
RESUMO
- Um ensaio foi conduzido em casa
de vegetação no Departamento
Científico do Fundecitrus de março a maio de 2006
para avaliar a eficiência de inseticidas sistêmicos
aplicados via “drench” em
mudas cítricas para o controle de Diaphorina
citri (Kuwayama). Os tratamentos foram: (1) tiametoxam - 0,3 g
de i.a./ planta, (2) imidacloprido
– 0,35
g
de i.a./planta e (3) testemunha. Os psilídeos adultos
capturados em pomares
foram confinados em plantas tratadas em períodos escalonados
de 15 a 30 dias
após aplicação (DAA), de 31 a
45 DAA, de 46
a
60 DAA e de 61 a 80 DAA. Os insetos mortos foram contados às
3, 6, 24, 48, 72 e
96 horas após confinamento (HAC). O delineamento
experimental foi inteiramente
casualisado. A eficiência de controle foi calculada pela
fórmula de ABBOTT. Tiametoxam
e imidacloprido diferiram significativamente da testemunha as 3 HAC no
primeiro
e segundo período de confinamento. Entretanto, no terceiro e
quarto período de
confinamento, a diferença estatística foi
observada somente às 24 HAC. A
eficiência foi superior a 95% para os inseticidas
testados até aos 80 DAA no final de 96 horas sob
confinamento.
PALAVRAS-CHAVE - neonicotinóide,
tiametoxam, imidacloprido, Citrus sinensis,
hunaglongbing.
ABSTRACT
- An
assay
were set up in greenhouse at the Scientific Department of Fundecitrus from march to
may 2006 to evaluate
the efficiency of systemic insecticides
applied via drench in young citrus plant to control of Diaphorina
citri (Kuwayama). The applied treatments were: (1)
thiamethoxam
250 WG – 0.3 g
of a.i./plant, (2) imidacloprid 700 WG – 0.35 g
of a.i./plant and (3) Control. The adult
psyllids captured in orchards were confined in the treated plants in
staged
periods from 0 to 30 days after application (DAA), from 31 to 45 DAA,
from 46
to 60 DAA and 61 to 80 DAA. The dead insects were counted at 3, 6, 24,
48, 72
and 96 hours after confinement (HAC). The experiments were installed in
a
completely randomized design. The efficiency of control was calculated
by
ABBOTT’s formula. Thiamethoxam and imidacloprid showed statistical
difference from the control
at 3 hours after application in the first and second confinement
period.
However, in the third and fourth confinement period, the statistical
difference
was observed only 24 HAC. The efficiency was higher than 95% to the
insecticides
tested until 80 DAA at the end of
96
hours under confinement.
KEYWORDS - neonicotinoid,
thiamethoxam, imidacloprid, Citrus
sinensis, huanglongbing.
Diaphorina citri (Kuwayama) (Hemiptera:
Psyllidae) foi descrito
pela primeira vez no Brasil por Ângelo Costa Lima em 1942 no
Rio de Janeiro (Gravena
2005). Trata-se de um pequeno inseto que mede cerca de 2 a
3
mm de comprimento, de
coloração marrom claro quando novo e manchado de
escuro quando mais velho
(Gallo et
al. 2002). As formas
jovens
são achatadas, amareladas e pouco convexas, apresentando
pernas curtas,
passando por cinco estágios ninfais antes de se tornarem
adultos (Aubert 1988).
O período ninfal é de 11 a
15 dias. De ovo até adulto tem-se de 14 a
48 dias, conforme a época do ano, podendo
apresentar 10 gerações por ano (Chavan &
Summanwar 1993). As ninfas mais
evoluídas possuem tecas alares geralmente largas do lado do
tórax, aumentando
assim a largura do seu corpo. Os adultos são alados,
apresentando manchas
pretas nas asas posteriores e quando estão se alimentando
ficam inclinados numa
posição característica de 45 graus.
Estas formas são muito ativas, saltando de
ramo em ramo ou de planta em planta, em contraste com as formas jovens
que são
muito restritas em seus movimentos. São ovíparos,
vivendo principalmente nos brotos
novos, encontrando-se também nas folhas e ramos das plantas
cítricas (Gallo et al.
2002).
Embora
relatada há mais de seis décadas no
país, psilídeo
de citros era considerada uma
praga secundária até julho de
2004. Os danos diretos por suas picadas
sucessivas e sucção
de seiva causavam
enrolamento das folhas, retorcimento e engruvinhamento dos brotos
impedindo o
crescimento normal da planta, mas esses danos não demandavam
cuidados especiais
para seu controle. Com a confirmação da
presença do agente causal do huanglongbing
(HLB), uma doença destrutiva de citros, na região
de Araraquara, Estado de São
Paulo (Teixeira et
al. 2005) e
sendo
a D.
citri o vetor da bactéria causadora dessa
doença, a praga ganha
considerável importância para a citricultura
nacional.
A
doença é causada pela bactéria gram
negativa, restrita ao floema, não cultivada, pertencente
à subdivisão alfa do
grupo Proteobacteria e é o primeiro representante do
gênero Canditatus Liberibacter, no qual, três
espécies são conhecidas: 1) Canditatus
(Ca.)
Liberibacter (L.) africanus que causa HLB em países
africanos
e do Oriente Médio; 2) Ca. L.
asiaticus que é o agente causal do HLB na Ásia,
em alguns países do Oriente
Médio e também na Flórida, EUA; e 3) Ca.
L. americanus é um dos agentes causais do HLB no estado de
São Paulo, além de Ca. L.
asiaticus (Bové
2006).
O
psilídeo
africano, Trioza erytreae (Del
Guercio), é o vetor
natural do Ca. L. africanus na
África, e o psilídeo
asiático D. citri,
transmite a
bactéria Ca. L.
asiaticus sob
condições naturais na Ásia e na
Flórida. Experimentalmente, cada uma das
espécies de psilídeos dos citros foi capaz de
transmitir ambas as espécies de Liberibacter,
o africano e o asiático (Bové
2006). O vetor do
HLB no Estado de São Paulo é D.
citri
que transmite não somente Ca. L.
asiaticus, mas também Ca. L.
americanus, como demonstrado recentemente por Yamamoto et
al. (2006).
O tempo mínimo de
aquisição pode variar de 15
a 30 minutos para D. citri e 24
horas
para T. erytreae. A
inoculação pode
ocorrer em menos de uma hora para T.
erytreae. Períodos de latência relatados
podem ser muito variáveis, de 24
horas a 21 dias (Lopes 2006).
As taxas de transmissão por D.
citri também são
variáveis, de 1 a 100%. A
duração do período
de latência e a eficiência de
transmissão podem estar relacionados a
variação
no patógeno e/ou biótipo de vetores, entre outras
possibilidades de fatores
experimentais. A longa persistência de Ca.
L. asiaticus em D. citri, bem como
observações de períodos
de latência moderados a longos, sugerem que o
patógeno é propagativo no vetor,
embora não exista evidência direta de sua
multiplicação. A transmissão vertical
do patógeno através de ovos não foi
detectada (Lopes 2006).
O
HLB
é
considerado a doença mais destrutiva de citros no mundo pela
severidade dos
sintomas, o potencial de progressão da doença e
por afetar todas as variedades
comerciais. Como métodos de cura para essa doença
não estão disponíveis, o
controle é preventivo e baseado, no Estado de São
Paulo, em três recomendações:
1) eliminação do inóculo por
remoção de árvores
sintomáticas; 2) tratamentos
químicos para reduzir a população do
vetor; e 3) eliminação total de Murraya
paniculata, o hospedeiro
preferido do vetor D. citri
(Bové
2006) e também das bactérias Ca. L.
americanus e asiaticus (Lopes et al.
2005, 2006).
A
flutuação
populacional desta praga esta relacionada com
brotações novas, assim há
necessidade de levantamentos populacionais constantes para seu manejo.
Gravena (2005)
sugere como nível de ação de 10% de
ramos infestados para uso de inseticidas
registrados de preferência aplicados no tronco, na forma
granulada ou como drench
, para isso há necessidade de se testar produtos modernos,
de baixo impacto ao
homem e inimigos naturais, para registro.
De
Salvo et
al.
(2006) verificaram que a
aplicação
de imidacloprido via drench, nas doses de 0,7 e 1,0 g
i.a./metro de altura da
planta foi altamente eficiente no controle de D.
citri até 127 dias após
aplicação, em ensaio conduzido em pomar
de um ano de idade.
Os
resultados
de um experimento conduzido por Gatineau
et
al. (2006) em pomares recém implantados,
no sul do
Vietnã, mostraram que a
incidência de HLB 3 anos após o plantio foi de 24%
e a população de psilídeos
avaliadas quinzenalmente foi significativamente menor para o tratamento
com
imidacloprido aplicado mensalmente no tronco comparado com o inseticida
convencional fenobucarbe que não preveniu a
rápida recolonização do pomar pela D. citri e a
disseminação do HLB neste
tratamento atingiu 74,5%.
Benvenga et
al. (2006) avaliaram o efeito de
tiametoxam aplicado via drench (0,5 g
i.a./ planta) em pomar de 2 anos como tratamento
complementar 35 dias após
pulverizações foliares para tratamentos iniciais
com:
lambda-cialotrina (1 g
i.a./ 100
L
de água), abamectina (0,27 g
i.a./ 100
L),
tiametoxam (2,5
g
i.a./ 100
L)
todos adicionados de óleo mineral a 0,25% tendo como
padrão o tratamento com
malationa (150
g
i.a./ 100
L).
No período de 99 dias após
aplicação de tiametoxam via drench a
redução
populacional de psilídeo foi de no mínimo 94%
para os tratamentos testados.
Em
outro
experimento de campo, também em pomar com dois anos de
plantio Benvenga et
al. (2006),
avaliando e efeito de
pulverizações foliares com inseticidas para o
controle de adultos e ninfas de D. citri,
obtiveram que acefato (56,25 g i.a./ 100 L
de água) e
fenpropatrina (7,5 g
i.a./ 100
L)
foram semelhantes ao tratamento padrão malationa (150 g
i.a./ 100
L), mantendo o índice
médio de ramos infestados inferior a 10% num
período que se estendeu até 40
dias após aplicação. Nesse mesmo
ensaio, o período de controle de clotianidina
(8,75
g
i.a./ 100
L),
piriproxifem (4,5
g
i.a./ 100
L)
e buprofezina (25
g
i.a./ 100
L
+ 0,5% de óleo mineral), com índice
médio de ramos infestados por adultos e
ninfas inferior a 10% foi de 28 dias.
O
objetivo
deste trabalho foi estabelecer o período residual de
inseticidas sistêmicos,
aplicados via drench em mudas cítricas em casa de
vegetação, no controle de
adultos de D. citri.
Material e
Métodos
Foi
conduzido um ensaio em casa
de vegetação no Departamento
Científico do Fundecitrus em Araraquara, no
período de 13/02/06 a 02/05/06.
Foram
utilizadas mudas de laranjeira Pêra [Citrus
sinensis (L.) Osbeck] enxertada sobre tangerineira Sunki (Citrus sunki hort. ex Tanaka), produzidas
em sacolas plásticas para mudas cítricas com 4 litros
de volume, no substrato
composto casca de pinus.
A
aplicação dos inseticidas via drench foi
realizada com as mudas ainda nas
sacolas, sendo que sete dias após a
aplicação dos inseticidas realizou–se o
transplante
das mudas para vasos plásticos de 14,5 litros
de volume, completando-se com
substrato composto casca de pinus. O substrato apresentava umidade no
momento
da aplicação, pois as mudas foram irrigadas no
dia anterior. Para aplicação via
drench utilizou-se uma seringa, dirigindo-se o esguicho de modo a
atingir o porta-
enxerto, deixando-se escorrer para o substrato para que
também fosse absorvido pelas
raízes. O volume de calda foi 20
ml/planta.
Os tratamentos foram: (1) tiametoxam 0,3 g
i.a./planta (Actara 250
WG – Syngenta Proteção de Cultivos),
(2) imidacloprido 0,35 g i.a/planta
(Confidor
700 GrDA – Bayer Crop Science) e (3) testemunha.
O
delineamento utilizado foi o inteiramente casualisado, com 20
repetições para
cada período de confinamento de psilídeos. Os
confinamentos foram escalonados
em períodos que variaram de 15 a 30 dias após a
aplicação (DAA), 31 a
45 DAA, 46
a 60 DAA e 61 a 80 DAA.
Adultos
de psilídeos foram capturados em pomares cítricos
utilizando-se “sugadores”,
feitos com tubo de pipeta descartável conectado à
uma mangueira flexível de
silicone, sendo que na intersecção entre o tubo e
a mangueira coloca- se uma
tela fina que impede a passagem dos insetos (Figuras 2 e 3).
Para o transporte
da D. citri utilizou- se mudas
cítricas com auxílio de gaiola confeccionada com
tecido tunil. Em cada planta
tratada confinou-se dez insetos, aprisionados em único ramo
em gaiolas
confeccionados com tecido de poliéster (tunil) (Figura 4). Devido à
dificuldade
para se coletar insetos em número
suficiente para fazer
as vinte
repetições de uma única vez, dentro de
cada período foram realizados de dois a
três confinamentos em datas diferentes. As contagens do
número de psilídeos
mortos foram realizadas às
3, 6, 24, 48,
72 e 96 horas após confinamento (HAC).
Os
dados foram submetidos à
análise de variância, sendo o número de
psilídeos vivos por planta transformado
em e as médias
comparadas
pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. O software utilizado para a
análise
de variância e teste de comparação de
médias foi o ESTAT – Sistema para
Análises Estatísticas (V. 2.0) 1.994,
desenvolvido pelo Pólo Computacional/
Departamento de Ciências Exatas da UNESP – FCAV
Campus de Jaboticabal. A
eficiência
de controle foi calculada pela fórmula de ABBOTT (1925). Os valores
obtidas às
3 e 24 horas após o confinamento foram submetidos
à análises de regressão
utilizando- se o programa Microsoft
Office
Excel 2.003, ajustando- se curvas dessas eficiências de
controle em função do
tempo decorrido após a aplicação,
conforme a Figura 1.




Resultados e Discussão
Pela
análise dos dados de mortalidade observou- se uma
rápida ação dos inseticidas,
nos dois primeiros períodos de confinamento de D. citri. Já as 3HAC
observou-se diferença significativa dos
tratamentos em relação à testemunha. ( Tabela 1).
Para
o terceiro período de confinamento, 46 a
60 DAA, os dois inseticidas testados diferiram
significativamente da testemunha às
24 HAC. No quarto período, 61 a 80 DAA, imidacloprido
começa a diferir da
testemunha às 6 HAC e tiametoxam às 24 HAC. Ainda
nesse período, para as
avaliações de 48 e 72 HAC os dois inseticida
diferiram significativamente da
testemunha mas eram iguais entre si, quando na última
avaliação, às 96 HAC,
tiametoxam foi o tratamento com maior mortalidade, diferindo
significativamente
de imidacloprido e da testemunha (Tabela
1).
O
fato da mortalidade dos psilídeos diminuir com o passar do
tempo (terceiro e
quarto períodos de confinamento) nas primeiras horas de
avaliação, 3 e 6 HAC,
muito provavelmente está relacionada à
redistribuição do inseticida no interior
da planta devido ao seu crescimento e degradação
do produto, com isso há necessidade
de maior ingestão de seiva pelo inseto para causar sua morte.
A
eficiência
de controle dos inseticidas testados alcançou valores de 95 a
100% às 96 HAC nos quatro
períodos de confinamento (Tabela
2).
Visando
a
proteção de plantas cítricas contra
cigarrinhas vetoras da bactéria Xylella
fastidiosa Wells causadora da
Clorose Variegada dos Citros (CVC) Yamamoto
et
al. 2005 comprovaram que tiametoxam nas doses de
0,2; 0,3 e 0,4
g
.a./ planta e
imidacloprido nas doses de 0,175; 0,35; 0,525 e 0,7 g
i.a./ planta, aplicados
via drench no viveiro com avaliação realizada no
campo, foram eficientes até
155 dias após aplicação dos
inseticidas.
Em
trabalhos
com populações em campo, de Salvo et
al.
(2006) comprovaram que imidacloprido é eficiente
no controle
de D. citri e Benvenga et
al. (2006) comprovaram que tiametoxam
em pomar de 2 anos, com
tratamento complementar 35 dias após
pulverizações, apresentou
redução
populacional de no mínimo 94% por um período de
99 dias.

Os
resultados obtidos nesse experimento confirmam a viabilidade da
utilização de
inseticidas sistêmicos no controle do psilídeo D. citri em mudas cítricas em
aplicação pré-plantio, ainda no
viveiro, 7
a 10
dias antes do transporte destas para a propriedade. Essa
aplicação é eficiente
no controle do vetor da bactéria que causa o HLB, evitando
dessa maneira a transmissão
dessa bactéria para as mudas, cujo efeito pode ser
semelhante ao obtido por Gatineau
et al. (2006), que
observou
uma
redução significativa da doença onde o
controle do vetor foi eficiente.
Yamamoto
et al. (2005)
comprovaram a
eficiência dos mesmos inseticidas, doses e método
de aplicação no controle de
cigarrinhas vetoras de X. fastidiosa
e nesse trabalho confirmou-se a eficiência no controle do
vetor da bactéria que
causa o HLB. Portanto, com uma mesma aplicação
pode-se controlar dois grupos de
vetores de bactérias de citros.
O
período de controle adotado pela maioria dos citricultores
para continuidade do
controle dos vetores em campo é de 90 dias, inferior ao
período de controle
definido para Oncometopia facialis
(Signoret) um dos vetores da bactéria X.
fastidiosa (Yamamoto et al.
2005).
Esse período foi adotado para maior segurança e
diminuição da chance de
transmissão da bactéria. Pelos dados obtidos no
presente experimento, que se
estendeu até aos 80 dias, esse mesmo período pode
ser adotado sem prejuízos em
termos de controle do vetor e provavelmente de transmissão
da bactéria Ca. L.
americanus e asiaticus,
transmitidos por D. citri (Yamamoto et
al. 2006, Capoor
et al.1967).
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